Powered By Blogger

segunda-feira, 28 de março de 2011

ARC Trovador

Mais nova aquisição da Cabanha, ARC Trovador. Reprodutor muito bem domado, manso de total confiança.



domingo, 30 de janeiro de 2011

2ª Cavalgada das Rosas Piquete XV de Novembro

Foi um dia inesquecível para todas as prendas que participaram da cavalgada e para os familiares que apoiaram e participaram dela.
Saímos do Parque Centenário até a fazenda do Dr. Gilberto Azevedo.
Parque Centenário Isadora, Natália, Eu, Camila, Gabi e Duda


 Na chegada da fazenda paramos para refrescar os cavalos no açude
Duda, Nati e Gabi refrescando seus cavalos
Chegando no galpão da fazenda
No galpão da fazenda fomos recepcionados com um almoço delicioso na companhia dos amigos
 Só deu tempo de desincilhar e caiu aquela chuva
Os cavalos se refrescaram na chuva
 Depois do almoço, encilhamos os cavalos para retornar, mas como a chuva estava forte aguardamos no galpão da fazenda

Prendas reunidas...
É meninas... Chegou a hora de retornar!
 Obrigada pela companhia tão especial que vcs fizeram para mim...
Camila, obrigada por tudo amiga, pelo convite, por ficar ao meu lado durante a cavalgada
Gabi querida e Dudinha minha filha amada e companheira
Claudionara e Vanessa, amigas queridas
Minha filha, minha parceira de todos os momentos
Saindo da fazenda
Capaz que na saída não iriamos passar no maravilhoso açude
É... chegou a hora de se despedir e retornar mais uns 30 km até chegar em casa
Até o ano que vem...  3ª cavalgada feminina!
Quero agradecer a todas as prendas que estiveram presente, ao Piquete XV de Novembro, em especial ao Sr. Artur, Sr. Adão e Camila, Dr Geraldo proprietário da Fazenda que nos recebeu com todo carinho e nos proporcionou que nossa cavalgada fosse especialmente "inesquecível".

sábado, 22 de janeiro de 2011

2ª Cavalgada das Rosas - Piquete XV de Novembro



O Piquete XV de Novembro convida todas as prendas da região para a segunda cavalgada das Rosas no dia 29 de janeiro de 2011, com saída as 08:00 horas do parque centenário no galpão do piquete com destino a fortaleza na chácara do Dr. Gilberto Azevedo, lá será servido almoço e a tarde retornaremos a Montenegro.
Obs: A cavalo só prendas, os peões que quiserem participar podem ir de carro como apoio. Quem quiser ir será bem vindo(a) 

Confirmar participação até o dia 25/01 pelos telefones 98783626 com Arthur, 97889536 com Camila ou 3632 6546 .


Não deixe para a última hora... Confirme sua prarticipação!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Doma Racional

Cada vez que aumentamos nossa experiência com cavalos vamos conhecendo melhor seu estilo de vida e descobrindo as coisas úteis, certas e boas, portanto muitas vezes nós se perguntamos: qual é a melhor maneira de colocar a sela? Como por a cabeçada? Que tipo de embocadura usar?
 São duvidas comuns para qualquer cavaleiro. Até os mais experientes cometem enganos e deixa o animal desorientado ainda mais  que cada cavalo é um tipo e cada um tem uma forma de trabalhar e a reagir às coisas que fazemos.

No manejo diário para doma e treinamento, as atitudes vão se tornando tão mecânicas que as chances de se cometer faltas só tendem a aumentar.
Começando nos apetrechos que  compõe os equipamentos eqüestres: podem se tornar inimigos da sua montaria caso não  sejam usados de forma correta, e as coisas vão aumentado como uma embocadura mal escolhida e mal ajustada, sela grande para cavalos pequenos. São fatores que à primeira vista podem parecer sem muita importância, mas que a longo prazo poderão trazer traumas e perigos.
Início da doma
No início da doma é uma fase bastante delicada, e se fizermos os primeiros contatos com o potro usando atenção, paciência e principalmente numa seqüência coerente, evitaremos erros e dores de cabeça. Aí vão alguns "certos" e "errados" para você se orientar e ter a chance de corrigir possíveis enganos.
Certos
1- Aproximar de um potro em inicio da doma com tranqüilidade e segurança mesmo com cavalos desconhecidos que você não tenha contato constantemente. Pegá-los em um local onde seu espaço seja limitado, facilitando a aproximação.

2- Colocar o cabresto pelo focinho e passar por trás das orelhas conversando principalmente com o potro e outros enquanto coloca lentamente sem assustá-lo.

3- Usar voz firme e sempre igual, isto é, no mesmo tom para que o animal entenda o que você espera dele.

4- Recompensar o cavalo com carinhos no pescoço a cada etapa executada de maneira correta, lembrando que deve-se premiar no momento em que o animal realiza corretamente a tarefa pedida.

5- Parar com a insistência ou aula assim que o animal realize por algumas vezes o que lhe foi pedido. Ministrar os ensinamentos progressiva e repetidamente.

6- Encilhar o animal pelo lado esquerdo, entretanto o cavalo bem domado aceitará o manejo pelos dois lados.

7- Para cada tipo de animal, melhor dizendo para cada tipo de modalidade que você quer fazer com seu animal necessita de selas diferentes, selas tipo australianas são usadas normalmente para cavalos de marcha, selas tipo Western coloca-se em cavalos Árabes e Quarto de Milha, selas tipo seletas mais leves usa-se em cavalos de corrida e saltos.
Errados:
1- Não se aproximar brutalmente principalmente pela sua traseira. Os cavalos têm medo dos homens e com susto poderão reagir repentinamente.

2- Não  colocar o cabresto rápido e não amassar as orelhas, pois podem sentir dor ou irritação, e o animal pode reagir e criar traumas, difíceis de tirarem.

3- Não rode o animal com o cabresto e evitar dar puxões fortes.

4- Não repetir as palavras de comando na hora que o animal está realizando os ensinamentos. Se ele esta fazendo é porque já entendeu e a voz de comando nessa hora só irá confundi-lo.

5- Não recompensar o animal após não ter feito o que foi pedido ou recusar. Nunca bata em seu cavalo, pois só servirá para desorientá-lo.

6- Não pare com o trabalho ou a aula no momento que o cavalo errar o exercício. Caso o cavalo não execute o exercício de forma correta, mesmo que depois de algumas tentativas, mude o exercício para um mais fácil e termine a aula. A repetição demasiada cansa fisicamente e mentalmente o cavalo. Ele ficará cansado e perderá a disposição e o rendimento. Por isso procure variar as lições para mantê-lo sempre atento e disposto.

7- Não jogar o material que irá no dorso, pois é um lugar sensível (perto do rim) e esse impacto provocará dores e traumas.

8- Não usar a embocadura muito forte quando o cavalo é sensível e aceita o comando do cavaleiro rapidamente e a embocadura muito apertada poderá ferir o canto da boca.
Lembre-se dessas dicas e use sempre com muita calma e nenhuma violência nos comandos aos cavalos, eles irão te respeitar e aprender!

Fonte: http://www.bandeirantesroping.hpg.com.br/doma_racional.htm

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O Cavalo Saudável

Manter um cavalo saudável não é uma ciencia exacta. É a procura do equilibrio entre a alimentação, o exercicio e as boas condições de maneio. A vigilância e a capacidade de reparar que algo está errado são igualmente importantes. Tudo isto vem como acréscimo através da experiência que se ganha no dia a dia com o cavalo, no entanto há regras a seguir, regras estas que vão proporcionar ao cavalo uma vida saudável!
Cavalos
Verificação diária do cavalo:

A verificação diária do cavalo permite ao dono procurar por sinais de doença, ferimentos ou lesões. O cavalo deve ficar preso enquanto o dono se afasta para conseguir ver o cavalo na totalidade. Normalmente este ficará quieto, relaxado, provavelmente com uma perna em descanso. Depois desta primeira verificação o dono deve mexer o cavalo e fazer com que este se coloque numa posição mais "quadrada" (posteriores debaixo da massa). O cavalo deve fazer isto facilmente, mas se ele insistir em manter uma perna em descanso algo poderá não estar bem.

Deve-se verificar os olhos do cavalo, reparar se estão limpos, brilhantes e semm corrimento. O mesmo deve acontecer com o nariz.

Olhar para os flancos tambem é importante. Quando o cavalo está relaxado o movimento provocado pela respiração deve ser imperceptivel.

Depois desta verificação prévia está na altura do maneio de limpeza.

Com as mãos paralelas o dono deve fazer um movimento descendente no sentido espádua-casco, procurando por feridas. Nas pernas do cavalo o dono deve verifcar que não há sinais de inchaço ou outras lesões, que poderiam ter sido causadas por um coice de outro cavalo no campo.


A pele e pêlo do cavalo tambem devem ser cuidadosamente verificados . A pele deve estar limpa, sem sinais de escamação, o que poderia ser um indicador de dermatites. O pêlo deve estar limpo, brilhante, suave e sem falhas.


Os cascos do cavalo devem ser limpos e examinados duas vezes ao dia (pelo menos!). O dono deve levantar o membro e apoiar a muralha do casco na palma da mão, enquanto com a outra mão limpa a parte interior do casco, usando o ferro de cascos.


Deve-se ter um cuidado especial com as ranilhas do cavalo. Ao examinar os cascos o dono procurará por doenças que afectem estes ultimos, tais como laminites, casco-oco, apodrecimento do casco e da ranilha, etc..


Finalmente o cavalo deve ser trotado, á mão numa superficie dura, para verificar se há claudicações.
Cavalos
Medicina preventiva

Tal como nós os cavalos estão sujeitos a vários tipos de doenças. No entanto, se mantidos nas condições correctas e com um maneio adequado, a hipótese de sofrer dessas doenças diminui significativamente.


As doenças afectam principalmente os cavalos muito jovens, muito velhos, em mau estado de saúde ou negligenciados.

O tétano e a influenza equina podem atingir qualquer cavalo e são potencialmente letais. Por isso é vital que haja uma vacina anual contra elas.

Cavalos
Desparazitações
Os cavalos tambem são susceptiveis a parasitas, que apanham enquanto estão a pastar. Um cavalo demasiado parasitadp pode perder a sua forma e a parasitação extrema pode mesmo levar á morte do animal.

Para evitar estas situações deve ser instaurado um programa regular de desparazitação. O veterinário será a melhor pessoa para indicar a melhor forma de administrar este método de profilaxia.


Há várias maneiras de administrar o desparazitante conforme a froma de apresentação destes. Há desparazitantes em pó que se podem misturar na ração. Enquanto há cavalos que são tão sofregos com a comida que comem o desparazitante misturado com a ração, há outros que não comem por estranhar o sabor.


O outro tipo de desparazitante vem na forma de pasta dentro de uma seringa. Apesar de ser mais fiável, pois sabemos exactamente a quantidade de desparazitante que o animal ingere, pode ser mais dificil de administrar. A seringa com o desparazitante deve ser inserida na comissura dos lábios do cavalo, e o produto deve ser expelido da seringa rapidamente, antes que o cavalo sinta o sabor e tente cuspir. Uma mão cheia de ração deve ser dada imediatamente a seguir a este processo, para ter a certeza que o desparazitante foi completamente ingerido pelo cavalo.

Parasitas nos Cavalos
Ferração
Outra maneira de prevenir doenças é a ferração regular. Dependendo do tipo de trabalho que o cavalo faz, deve ser ferrado a cada 4-6 semanas. A frequencia da ferração tambem está relacionada com a velocidade a que crescem os cascos do cavalo. Há uma tendencia para prolongar os espaços entre cada ferração, pois são bastante dispendiosas. O excessivo espaço de tempo entre cada ferração pode ter graves consequencias, tais como laminite, doença da navicular ou lesões a nivel dos tendões.
Ferração
Ferração
Os dentes
O cavalo é um animal cujos ancestrais passavam o tempo a pastar. Com a sua domesticação ele começou a passar mais tempo em estábulo, logo os seus dentes não se gastam como seria normal se o cavalo passasse todo o tempo a pastar. Os dentes do cavalo devem ser inspecionados regularmente Quando o cavalo tem "bicos" nos dentes ou o chamado "dente de lobo", torna-se desconfortável para ele o processo de mastigação ou até aceitar o contacto da embocadura. Nestes casos é imperativo fazer uma limagem aos dentes do cavalo, trabalho que deve ser feito por um médico veterinário.
Dentes Cavalos
Sinais vitais

Aprender a reconhecer o ritmo normal da respiração do nosso cavalo é importante.

A respiração do cavalo é composta pela inspiração-expiração. Por norma um cavalo efectua entre 8 a 16 respirações por minuto. O movimento que o cavalo faz ao respirar pode ser imperceptivel á vista, mas pode ser sentido se colocarmos uma mão aberta sobre o flanco do cavalo. Movimentos de respiração demasiado rápidos são um indicador seguro de stress, dor ou lesões. No entanto se o animal está alerta e agitado, pode estar simplesmente a reagir a algo que esteja a ver ou a ouvir.

Medir a temperatura


A temperatura deve ser medida com um termómetro digital. A pessoa que está a medir a temperatura deve colocar se atrás do cavalo, ao lado da garupa deste, afasta a cauda para o lado e insere o termómetro (previamente untado com vaselina ou outro creme gordo), mantendo-o encostado ás paredes do canal rectal. A temperatura normal de umm cavalo é 37-38ºc.


Tirar o pulso


O pulso do cavalo é forte e pode ser tirado em vários sitios. O mais fácil de todos é no "entre-ganachas". Coloca-se a palma da nossa mão na parte exterior da ganacha do cavalo, com os nossos dedos sobre a artéria que passa na parte interior.

O pulso normal de um cavalo é de 36-40 batidas por minuto. Uma pulsação acelarada pode indicar que o cavalo está em sofrimento, dor, stress ou excitação.
Exame Cavalo
Feridas simples

Os cavalos são extremamente susceptiveis a infecções, por isso, assim que se identifica uma ferida esta deve ser imediatamente tratada.

A ferida (caso se justifique) deve ser lavada com água corrente. Seguidamente deve ser limpa com soro fisiológico, retirando se necessário pedaços de tecido necrosado.
Quando a ferida estiver limpa deve ser aplicada uma solução anti-séptica para evitar infecções.
Se a ferida é simples pode ficar exposta ao ar para que a pele "respire" e permita aos tecidos lesados formar a rede de fibrina e colagénio necessários a uma boa cicatrização. Em caso de duvida, ou se a ferida ficar inflamada e com corrimento acompanhado de mau cheiro, deve-se chamar o veterinário.
Feridas patas dos Cavalos
Feridas graves

Por norma é óbvio quando uma ferida é grave, quer seja pela dimensão e tamanho da ferida, quer seja pela quantidade de corrimento sanguinolento.


Qualquer ferida que se situe junto a uma articulação requer atenção veterinária urgente, tendo em conta que a infecção pode alastrar á própria articulação, provocando danos irreversiveis.

Uma ferida em profundidade (por ex. causada por um prego) nunca deve ser suturada, pois há o risco de a ferida cicatrizar exteriormente, enquanto que no seu interior está a evoluir uma infecção, que poderá mais tarde provocar uma fistula.

Se a ferida tem hemorragia constante o dono deverá colocar sobre a ferida gazer gorda ou gaze com betadine (nunca colocar sobre uma ferida algodão ou gaze seca) e mantê-la no sitio com uma ligadura elástica aderente (vet-wrap) ou, na falta desta pode usar uma ligadura de trabalho ou de descanso.  O veterinário deve ser chamado com urgencia. Uma ferida grave poderá ter que ser suturada e o veterinário pode ter que receitar antibióticos para combater a infecção.

Ana Sousa para o Mundo dos Animais, 2008